Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
O VÉU PINTADO – ACTORES E REALIZADOR FALAM DO FILME



publicado por Miguel Seara às 15:12
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Terça-feira, 17 de Maio de 2011
O VÉU PINTADO – TRAILER DA VERSÃO CINEMATOGRÁFICA DE 2006



publicado por Miguel Seara às 14:03
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Terça-feira, 10 de Maio de 2011
VENCEDORES DO PASSATEMPO O VÉU PINTADO, DE SOMERSET MAUGHAM

 

 

Para além de O Véu Pintado, que outros romances de Somerset Maugham foram já publicados na Colecção Vintage?

Resposta: Servidão Humana e O Fio da Navalha.

 

Vencedores:

1 – Neusa do Vale

25 – Alexandra Barata

50 – Sara Paredes

75 – Bruno Lobato

100 – Rute Berquó Cruz

 

Parabéns aos vencedores e obrigado a todos os participantes.



publicado por Miguel Seara às 19:00
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011
PASSATEMPO – O VÉU PINTADO, DE SOMERSET MAUGHAM

 

 

Para além de O Véu Pintado, que outros romances de Somerset Maugham foram já publicados na Colecção Vintage?

 

Envie a sua resposta para asavintage@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª  75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de O Véu Pintado, de Somerset Maugham, que a ASA tem para oferecer. A data limite é domingo, dia 8 de Maio.

 



publicado por Miguel Seara às 11:50
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
O VÉU PINTADO – SOMERSET MAUGHAM

 

 

Kitty sente-se prisioneira de um casamento infeliz e de um estilo de vida que está longe de ser aquele que sonhou para si. Sem que tivesse obtido a notoriedade social que desejava e afastada do seu país e da família devido à profissão do marido – bacteriologista destacado para Hong Kong –, a jovem acaba por encontrar algum consolo numa relação extraconjugal. Mas a traição acaba por ser descoberta pelo marido, que leva a cabo uma estranha e terrível vingança…


Através do despertar espiritual da adorável e fútil Kitty, Somerset Maugham pinta um retrato vívido da presença britânica na China e apresenta-nos uma galeria de personagens inesquecíveis.

 

O Véu Pintado foi por três vezes adaptado para o cinema: em 1934, num filme protagonizado por Greta Garbo; em 1957, com Bill Travers e Eleanor Parker; e em 2006, num filme realizado por John Curran, com Edward Norton e Naomi Watts nos principais papéis.



publicado por Miguel Seara às 09:40
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O VÉU PINTADO – A CRÍTICA

 

 

Somerset Maugham foi o escritor moderno que mais me influenciou.”

George Orwell

 

“Um dos meus escritores favoritos.”

Gabriel García Márquez

 

“É impossível a um escritor da minha geração, se for honesto, ser indiferente à obra de Somerset Maugham.”

Gore Vidal

 

“Um escritor com uma dedicação tremenda.”

Graham Greene

 

O Véu Pintado, com a sua melancolia, a sua tensão moral, a sua ironia e compaixão, a sua evocação crescente de luxúria, terror e arrependimento, é uma obra de arte.”

The Spectator

 

“Um espantoso romance que através de uma bem caracterizada galeria de personagens questiona habilmente temas intrínsecos à natureza humana… Brilhante!”

A Capital

 

“Em O Véu Pintado, está patente o enorme domínio narrativo do autor.”

O Independente

 

“Em O Véu Pintado, Somerset Maugham faz uma magnífica caracterização da presença britânica na China e apresenta, como é seu hábito, uma admirável galeria de personagens.”

Diário de Notícias

 



publicado por Miguel Seara às 09:40
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Quinta-feira, 31 de Março de 2011
EM ABRIL...

 

 



publicado por Miguel Seara às 12:05
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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010
"CLÁSSICO CONTEMPORÂNEO" – A CRÍTICA DA FOCUS A O FIO DA NAVALHA, DE SOMERSET MAUGHAM

 

 

Para ler a crítica da Focus a O Fio da Navalha, de Somerset Maugham, basta clicar na imagem.



publicado por Miguel Seara às 10:04
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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010
"ESCRITO DE FORMA BRILHANTE, ESTE É UM LIVRO INCONTORNÁVEL" – A CRÍTICA DO JORNAL DE NEGÓCIOS A O FIO DA NAVALHA, DE SOMERSET MAUGHAM

 

 

Para ler a crítica do suplemento Weekend, do Jornal de Negócios, a O Fio da Navalha, de Somerset Maugham, basta clicar na imagem.



publicado por Miguel Seara às 10:52
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010
"BEAUTIFUL PEOPLE E HINDUÍSMO" – A CRÍTICA DO I A O FIO DA NAVALHA, DE SOMERSET MAUGHAM

 

Para ler a crítica do i a O Fio da Navalha, de Somerset Maugham, basta clicar na imagem.



publicado por Miguel Seara às 10:51
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010
VENCEDORES DO PASSATEMPO SONO CREPUSCULAR

 

 

Quantas obras foram já publicadas na Colecção Vintage?

Resposta: sete.

 

Vencedores:

1 – Patrícia André

25 – Hagna Irisdeia

50 – Rodrigo Bernardo

75 – Alexandra Gouveia

100 – Alícia Pestana

 

Parabéns aos vencedores e obrigado a todos os participantes. Não percam os próximos passatempos neste blogue.



publicado por Miguel Seara às 14:28
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010
SONO CREPUSCULAR – PASSATEMPO EXCLUSIVO PARA FÃS DA COLECÇÃO VINTAGE NO FACEBOOK

 

Quantas obras foram já publicadas na Colecção Vintage?

 

Envie a sua resposta para asavintage@sapo.pt e o link do seu perfil no Facebook – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª  75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de Sono Crepuscular, de Edith Wharton , que a ASA tem para oferecer. A data limite é quinta-feira, dia 23 de Setembro.

Para participar, tem de ser fã da Colecção Vintage no Facebook (http://pt-pt.facebook.com/pages/Vintage/107017812692790). Se ainda não o é, apresse-se!



publicado por Miguel Seara às 17:03
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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010
SONO CREPUSCULAR – EDITH WHARTON

 

Com a cosmopolita cidade de Nova Iorque como pano de fundo, a família Manford refugia-se nas mais variadas formas de evasão para fugir ao tédio e ao vazio das suas vidas privilegiadas. No mundo da alta-sociedade a que pertencem, abundam o sexo, as drogas, a ânsia por dinheiro e poder, a atracção pelo oculto e pela espiritualidade new age. Nona é a filha mais nova e com apenas 19 anos ambiciona mais do que a busca de prazer imediato adoptada pela maioria dos jovens da sua idade. Numa época cuja prioridade é dada a relacionamentos superficiais, ela procura uma existência com sentido, algo que partilha com o meio-irmão, Jim. Mas a mãe de ambos, Pauline, tem da vida uma visão bastante mais utilitária e hedonista. A sua obsessão com as aparências vai forçá-los a assumir posições extremas e ditar irremediavelmente o futuro de todos.

Sono Crepuscular poderia ter sido escrito no século XXI e ter como protagonistas os membros de uma família moderna. Mas, na verdade, a grande senhora das letras americanas, Edith Wharton, escreveu-o no início do século passado e retratou os loucos anos vinte em toda a sua duplicidade: a sensualidade dos clubes de jazz, a elegância permissiva da vida social, mas também o vazio das vidas vividas a curto prazo, a falta de horizontes, a futilidade e os excessos de uma juventude desalentada. Assistimos ao cair do pano sobre o palco da Nova Iorque dos antigos valores, à medida que as artes e o cinema se impõem e dão início a todo um fantástico mundo novo, neste que será sempre um dos grandes “clássicos” sobre a alta sociedade do início do século XX e a derrocada dos seus valores tradicionais.



publicado por Miguel Seara às 17:16
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SONO CREPUSCULAR – A CRÍTICA

 

“Há, na América, apenas três ou quatro escritores que podem ser apelidados de ‘grandes’ – Edith Wharton é um deles.”

Gore Vidal

 

Sono Crepuscular revela uma Edith Wharton no auge do seu requinte estilístico. Um livro repleto de passagens infinitamente memoráveis.”

The New York Times

 

“Em Sono Crepuscular, o admirável talento de Edith Wharton está mais evidente do que nunca.”

Herald Tribune


“Um brilhante e perspicaz exame da vida na alta sociedade nova-iorquina.”

New York Evening Post



publicado por Miguel Seara às 17:14
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EDITH WHARTON

Edith Wharton nasceu em 1862 numa das famílias mais ricas e conceituadas de Nova Iorque. Para além de Sono Crepuscular, da sua vasta obra literária destacam-se A Idade da Inocência, Ethan Frome, Jovens Rebeldes e A Casa da Felicidade. Conhecida pela sua perspicácia e acutilância, é uma cronista excepcional e um dos nomes incontornáveis da literatura mundial. Foi a primeira mulher a ser distinguida com o Prémio Pulitzer de Ficção, a ser nomeada doutora honoris causa pela Universidade de Yale e a ser eleita para a Academia Americana de Artes e Letras. Faleceu em França, em 1937.



publicado por Miguel Seara às 17:13
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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
EM SETEMBRO...

 

 



publicado por Miguel Seara às 17:44
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Terça-feira, 24 de Agosto de 2010
O FIO DA NAVALHA – TRAILER DA VERSÃO CINEMATOGRÁFICA DE 1984



publicado por Miguel Seara às 11:08
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Terça-feira, 3 de Agosto de 2010
O FIO DA NAVALHA – SOMERSET MAUGHAM

 

Quando um amigo e colega de combate morre ao tentar salvá-lo, a vida de Larry Darrell muda para sempre. Para o jovem aviador americano, a morte passa então a ter um rosto. O inexorável mistério da morte leva-o a questionar o significado último da frágil condição humana e a embarcar numa obstinada e redentora odisseia espiritual.

Ao recusar viver segundo as convenções impostas pela sociedade para buscar o sentido da vida (que encontrará, certa manhã, algures na Índia), Larry torna-se simultaneamente uma frustração para os que o rodeiam – principalmente para Isabel, a namorada, e Elliott, tio desta, que cultivam acima de tudo a aceitação e o prestígio sociais – e a personificação de um ideal de espiritualidade e não-compromisso.

Por duas vezes adaptado ao cinema, O Fio da Navalha é um romance intemporal. As ansiedades e dúvidas de Larry são também as nossas; continuamos até hoje a buscar um sentido para a nossa existência. Para encarnar essa luta contra o destino, Somerset Maugham criou um dos mais fascinantes personagens do seu vasto legado literário. Da Primeira à Segunda Guerra Mundial, passando pela Grande Depressão, ele leva-nos, através das sociedades francesa, americana e inglesa, à verdade mais recôndita da alma e do sentimento humanos.



publicado por Miguel Seara às 18:00
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O FIO DA NAVALHA – A CRÍTICA

 

 

“Um dos meus escritores favoritos.”

Gabriel García Márquez

 

“Um verdadeiro clássico.”

Expresso

 

Maugham foi o escritor moderno que mais me influenciou.”

George Orwell

 

“É impossível a um escritor da minha geração, se for honesto, ser indiferente à obra de Somerset Maugham.”

Gore Vidal

 

“Uma imensa obra de arte; estimulante, imaginativa e divertida… Um livro fascinante.”

The Times Literary Supplement

 

Somerset Maugham é o escritor perfeito. A sua escrita é tão compacta, tão económica, tão motivada e tão talentosa que prende o leitor da primeira à última página.”

Saturday Review of Literature

 

Somerset Maugham é um grande artista…. Um génio.”

Theodore Dreiser



publicado por Miguel Seara às 17:56
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010
EM AGOSTO...



publicado por Miguel Seara às 12:19
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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010
HENRY MILLER FALECEU HÁ 30 ANOS



publicado por Miguel Seara às 10:31
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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010
AMOS OZ VENCE PRÉMIO INTERNACIONAL SALÃO DO LIVRO DE TURIM NO MEIO DE FORTE POLÉMICA

 

O escritor israelita Amos Oz venceu a primeira edição do Prémio Internacional Salão do Livro de Turim, apesar de um apelo de um grupo de académicos italianos para um boicote cultural e académico de Israel.

 

O autor foi escolhido numa votação aberta ao público, após os finalistas terem sido nomeados pela organização, tendo o norte-americano Paul Auster e o mexicano Carlos Fuentes ficado em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

 

O galardão visa distinguir um escritor cuja obra tenha contribuído para fazer da literatura um instrumento irrefutável da memória.

 

O prémio tem um valor de 25 mil euros e será entregue em Outubro no Parco Culturale Piemonte Paesaggio Umano, onde terá lugar um clico de encontros e conferências dedicado ao vencedor.

 

Na semana passada, um grupo de académicos de Turim convocou uma conferência de imprensa na qual apelou a todos os académicos, escritores e artistas para boicotarem todas as instituições académicas e culturais de Israel, até que este país “cumprisse os seus compromissos com o direito internacional”.

 

Este apelo deu origem a um intenso debate em Itália, com o escritor Umberto Eco a expressar a sua oposição ao boicote, num artigo publicado na sexta-feira na revista L’espresso.

 

“Foi apresentado em Turim um manifesto da Italian Campaign for the Academic & Cultural Boycott of Israel que afirma que as universidades, os académicos e os intelectuais israelitas, na sua quase totalidade, apoiam o governo e são cúmplices das suas políticas. E que as universidades israelitas são palco de alguns dos mais importantes projectos de armamento, centrados na nanotecnologia e em meios tecnológicos e psicológicos para subjugar e controlar a população civil,” escreveu o escritor. “Não concordo minimamente com a política do governo israelita (…) mas acho falsa a afirmação de que a maioria dos académicos israelitas apoia activamente a política dos seus governos.”

 

“Posso compreender”, continuou Umberto Eco, “que os departamentos de Física da Universidade de Roma ou de Oxford decidam suspender a sua colaboração com os seus colegas dos departamentos homólogos de Teerão ou Pyongyang se se descobrisse que estavam envolvidos no desenvolvimento de uma bomba atómica. Mas não percebo porque devemos interromper as relações com os departamentos de História de Arte Coreana ou de Literatura Persa Clássica.”

 

Amos Oz nasceu em 1939, em Jerusalém, e é o autor israelita mais traduzido em todo o mundo. Por diversas vezes apontado como favorito ao Prémio Nobel de Literatura, foi já distinguido com  inúmeros galardões, entre eles, o Prémio Príncipe de Astúrias de Literatura, o Prémio da Paz da Feira do Livro de Frankfurt, o Prémio Grinzane Cavour de Literatura e a Cruz de Honra da República Federal da Alemanha.

 

Na ASA, estão já publicadas as suas obras A Terceira Condição, Não Chames à Noite Noite, Uma Pantera na Cave, O Meu MichaelO Mesmo Mar e Uma História de Amor e Trevas.



publicado por Miguel Seara às 15:23
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
"AMOS OZ: THE NATURE OF DREAMS"



publicado por Miguel Seara às 14:02
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
MILAN KUNDERA VENCE PRÉMIO REINO DE REDONDA E É NOMEADO DUQUE DE AMARCORD

 

O escritor checo Milan Kundera  venceu o 10.º Prémio Reino de Redonda pela “grande qualidade da sua obra de ficção, que reflecte as ambiguidades e contradições dos indivíduos do nosso tempo, tanto em regimes ditatoriais como democráticos”.

 

O galardão, instituído pelo escritor espanhol Javier Marías, através da editora Reino de Redonda, para distinguir o conjunto da obra de um escritor ou de um cineasta estrangeiro, tem o valor de 3000 euros e atribui igualmente um título nobiliárquico fictício. Assim, Milan Kundera será, a partir de hoje, Duque de Amarcord.


O autor de O Livro do Riso e do Esquecimento foi escolhido para este título como saudação a Fellini e declarou sentir-se “agradecido, honrado e divertido” pela atribuição do prémio, cuja continuidade em 2011 dependerá dos membros do júri, segundo referiu Javier Marías na acta da votação.


Entre outros, o júri desta edição integrava os escritores António Lobo Antunes, John Ashbery, Antony Beevor, A. S. Byatt, J. M. Coetzee, John Elliott, Pere Gimferrer, Claudio Magris, Eduardo Mendoza, Orhan Pamuk, Arturo Pérez-Reverte e Mario Vargas Llosa e os realizadores Pedro Almodóvar e Agustín Díaz Yanes.


Em edições anteriores foram galardoados com o Reino de Redonda J. M. Coetzee (Duque da Desonra), John Elliott (Duque de Simancas), Claudio Magris (Duque de Segunda Mão), Éric Rohmer (Duque de Olalla), Alice Munro (Duquesa de Ontário), George Steiner (Duque de Gerona), Umberto Eco (Duque da Ilha da Véspera) e Marc Fumaroli (Duque de Hoyhnhms).



publicado por Miguel Seara às 17:12
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Segunda-feira, 8 de Março de 2010
AMOS OZ TRADUZIDO PARA ÁRABE

 

 

Uma História de Amor e Trevas, de Amos Oz, foi traduzida para árabe por uma editora alemã de língua árabe, tendo chegado agora às livrarias de Beirute.

"O mundo árabe deve ler esta obra, que pode ajudar a criar laços entre povos", afirmou o escritor à rádio do exército israelita.

"O livro relata o nascimento de Israel em circunstâncias que não são heróicas. O país aparece como um campo de refugiados judeus", acrescentou Amos Oz, co-fundador do movimento Peace Now.

Desde a sua publicação em 2003, o romance foi já traduzido para quinze línguas, tendo vendido mais de um milhão de exemplares em todo o mundo.

Para além disso, os direitos cinematográficos foram já comprados por Natalie Portman, através da sua produtora, Handsomecharlie, sendo que a actriz irá realizar o filme.

A tradução foi financiada por Elias Khoury, um conhecido advogado palestiniano cristão de Jerusalém Oriental, cujo filho foi assassinado a tiro por militantes palestinianos, que o confundiram com um colono judeu.

"O livro revela a forma como os judeus conseguiram a independência depois de tudo por que passaram e deve ser um exemplo para o povo palestiniano", afirmou Khoury à mesma rádio.

Uma História de Amor e Trevas é a segunda obra de Amos Oz a ser traduzida para árabe depois de O Meu Michael, publicada no Egipto em 1994, e de Soumchi, publicada na Jordânia em 1997.



publicado por Miguel Seara às 16:42
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Inspirada por um conceito intrinsecamente associado a qualidade e singularidade, a Colecção Vintage tem por objectivo reunir obras literárias excepcionais, da autoria de escritores consagrados.













































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