Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

O LIVRO DO RISO E DO ESQUECIMENTO – A CRÍTICA

“Uma obra-prima.”

Salman Rushdie

 

“Uma obra-prima, um dos mais belos romances da segunda metade do século XX.”

António Mega Ferreira, Expresso

 

“Não há uma verdade mas diversas verdades (ou diversas ‘mentiras’), e Milan Kundera, cavaleiro solitário da arte, proporciona-nos o direito de as pressentirmos, apelando à nossa lucidez… Kundera é um escritor, um artista, não é um dissidente ‘à la Soljenitsine’. É, acima de tudo, um homem com H grande.”

Clara Ferreira Alves, Expresso

 

“Kundera é precisamente um romancista realista e metafísico; de um realismo e de uma metafísica extenuados e dolorosos; e, por esta razão, capaz de lampejos, de intuições penosas, de aparições escaldantes, de centelhas e de espasmos.”

Antonio Tabucchi, Jornal de Letras

 

“Kundera, exilado, recorda, reconstrói o passado, interpela-o, dá-lhe cores, sons, respirações. A memória política mistura-se com a individual. Todos os personagens vivem com a sua memória, e todos os que a têm mais viva têm a capacidade de rir. O esforço é enorme. Mas esquecer é morrer. E o mundo é dos vivos. Na memória e no riso.”

O Jornal

 

O Livro do Riso e do Esquecimento auto-intitula-se de romance, apesar de ser em parte conto de fadas, em parte crítica literária, em parte tratado político, em parte musicologia e em parte autobiografia. Pode auto-intitular-se como bem quiser, porque é genial no seu todo.”

The New York Times

 

“Absolutamente brilhante… Estimulante a todos os níveis, quer sejam políticos, eróticos, intelectuais e, acima de tudo, humorísticos.”

Newsweek

 

“Profunda e impressionantemente subversivo.”

Time

 

“Uma obra de humor e de inteligência, de ironia e de filosofia, que, a pouco e pouco, se impõe como uma das mais importantes da nossa época.”

Lire

 

“Há filósofos que interrompem por vezes o seu discurso teórico para ‘colher exemplos na vida’. Kundera, pelo contrário, e tal como Musil, é um desses romancistas-filósofos que dão primeiro os exemplos e filosofam depois.”

Le Nouvel Observateur

 

“Kundera tem a singularidade de ser simultaneamente um bestseller, um autor consagrado e um escritor lido.”

Inês Pedrosa

 

“A partir de O Livro do Riso e do Esquecimento – provavelmente a sua melhor obra realizada – Kundera desenvolveu um estilo a que ele chama de ‘novela e reflexão’, diferenciando-se daquelas de narração, como as de Balzac e de Alexandre Dumas, e das de descrição, como as de Flaubert.”

Semanário

 

“Uma obra brilhante e original, escrita com tamanha pureza e inteligência que convidam o leitor a entrar directamente nela.”

John Updike, The New York Times

 

“Os livros de Kundera não são sérios. Não são, como os dos outros dissidentes do Leste, encíclicas papais. A Brincadeira, O Livro dos Amores Risíveis, A Vida não é Aqui, A Valsa do Adeus e este O Livro do Riso e do Esquecimento são todos ferozmente divertidos.”

Cambio 16

publicado por Miguel Seara às 10:15

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