Quinta-feira, 31 de Março de 2011

EM ABRIL...

 

 

publicado por Miguel Seara às 12:05

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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

"CLÁSSICO CONTEMPORÂNEO" – A CRÍTICA DA FOCUS A O FIO DA NAVALHA, DE SOMERSET MAUGHAM

 

 

Para ler a crítica da Focus a O Fio da Navalha, de Somerset Maugham, basta clicar na imagem.

publicado por Miguel Seara às 10:04

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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

"ESCRITO DE FORMA BRILHANTE, ESTE É UM LIVRO INCONTORNÁVEL" – A CRÍTICA DO JORNAL DE NEGÓCIOS A O FIO DA NAVALHA, DE SOMERSET MAUGHAM

 

 

Para ler a crítica do suplemento Weekend, do Jornal de Negócios, a O Fio da Navalha, de Somerset Maugham, basta clicar na imagem.

publicado por Miguel Seara às 10:52

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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

"BEAUTIFUL PEOPLE E HINDUÍSMO" – A CRÍTICA DO I A O FIO DA NAVALHA, DE SOMERSET MAUGHAM

 

Para ler a crítica do i a O Fio da Navalha, de Somerset Maugham, basta clicar na imagem.

publicado por Miguel Seara às 10:51

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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

VENCEDORES DO PASSATEMPO SONO CREPUSCULAR

 

 

Quantas obras foram já publicadas na Colecção Vintage?

Resposta: sete.

 

Vencedores:

1 – Patrícia André

25 – Hagna Irisdeia

50 – Rodrigo Bernardo

75 – Alexandra Gouveia

100 – Alícia Pestana

 

Parabéns aos vencedores e obrigado a todos os participantes. Não percam os próximos passatempos neste blogue.

publicado por Miguel Seara às 14:28

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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

SONO CREPUSCULAR – PASSATEMPO EXCLUSIVO PARA FÃS DA COLECÇÃO VINTAGE NO FACEBOOK

 

Quantas obras foram já publicadas na Colecção Vintage?

 

Envie a sua resposta para asavintage@sapo.pt e o link do seu perfil no Facebook – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª  75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de Sono Crepuscular, de Edith Wharton , que a ASA tem para oferecer. A data limite é quinta-feira, dia 23 de Setembro.

Para participar, tem de ser fã da Colecção Vintage no Facebook (http://pt-pt.facebook.com/pages/Vintage/107017812692790). Se ainda não o é, apresse-se!

publicado por Miguel Seara às 17:03

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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

SONO CREPUSCULAR – EDITH WHARTON

 

Com a cosmopolita cidade de Nova Iorque como pano de fundo, a família Manford refugia-se nas mais variadas formas de evasão para fugir ao tédio e ao vazio das suas vidas privilegiadas. No mundo da alta-sociedade a que pertencem, abundam o sexo, as drogas, a ânsia por dinheiro e poder, a atracção pelo oculto e pela espiritualidade new age. Nona é a filha mais nova e com apenas 19 anos ambiciona mais do que a busca de prazer imediato adoptada pela maioria dos jovens da sua idade. Numa época cuja prioridade é dada a relacionamentos superficiais, ela procura uma existência com sentido, algo que partilha com o meio-irmão, Jim. Mas a mãe de ambos, Pauline, tem da vida uma visão bastante mais utilitária e hedonista. A sua obsessão com as aparências vai forçá-los a assumir posições extremas e ditar irremediavelmente o futuro de todos.

Sono Crepuscular poderia ter sido escrito no século XXI e ter como protagonistas os membros de uma família moderna. Mas, na verdade, a grande senhora das letras americanas, Edith Wharton, escreveu-o no início do século passado e retratou os loucos anos vinte em toda a sua duplicidade: a sensualidade dos clubes de jazz, a elegância permissiva da vida social, mas também o vazio das vidas vividas a curto prazo, a falta de horizontes, a futilidade e os excessos de uma juventude desalentada. Assistimos ao cair do pano sobre o palco da Nova Iorque dos antigos valores, à medida que as artes e o cinema se impõem e dão início a todo um fantástico mundo novo, neste que será sempre um dos grandes “clássicos” sobre a alta sociedade do início do século XX e a derrocada dos seus valores tradicionais.

publicado por Miguel Seara às 17:16

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SONO CREPUSCULAR – A CRÍTICA

 

“Há, na América, apenas três ou quatro escritores que podem ser apelidados de ‘grandes’ – Edith Wharton é um deles.”

Gore Vidal

 

Sono Crepuscular revela uma Edith Wharton no auge do seu requinte estilístico. Um livro repleto de passagens infinitamente memoráveis.”

The New York Times

 

“Em Sono Crepuscular, o admirável talento de Edith Wharton está mais evidente do que nunca.”

Herald Tribune


“Um brilhante e perspicaz exame da vida na alta sociedade nova-iorquina.”

New York Evening Post

publicado por Miguel Seara às 17:14

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EDITH WHARTON

Edith Wharton nasceu em 1862 numa das famílias mais ricas e conceituadas de Nova Iorque. Para além de Sono Crepuscular, da sua vasta obra literária destacam-se A Idade da Inocência, Ethan Frome, Jovens Rebeldes e A Casa da Felicidade. Conhecida pela sua perspicácia e acutilância, é uma cronista excepcional e um dos nomes incontornáveis da literatura mundial. Foi a primeira mulher a ser distinguida com o Prémio Pulitzer de Ficção, a ser nomeada doutora honoris causa pela Universidade de Yale e a ser eleita para a Academia Americana de Artes e Letras. Faleceu em França, em 1937.

publicado por Miguel Seara às 17:13

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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

EM SETEMBRO...

 

 

publicado por Miguel Seara às 17:44

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Terça-feira, 24 de Agosto de 2010

O FIO DA NAVALHA – TRAILER DA VERSÃO CINEMATOGRÁFICA DE 1984

publicado por Miguel Seara às 11:08

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Terça-feira, 3 de Agosto de 2010

O FIO DA NAVALHA – SOMERSET MAUGHAM

 

Quando um amigo e colega de combate morre ao tentar salvá-lo, a vida de Larry Darrell muda para sempre. Para o jovem aviador americano, a morte passa então a ter um rosto. O inexorável mistério da morte leva-o a questionar o significado último da frágil condição humana e a embarcar numa obstinada e redentora odisseia espiritual.

Ao recusar viver segundo as convenções impostas pela sociedade para buscar o sentido da vida (que encontrará, certa manhã, algures na Índia), Larry torna-se simultaneamente uma frustração para os que o rodeiam – principalmente para Isabel, a namorada, e Elliott, tio desta, que cultivam acima de tudo a aceitação e o prestígio sociais – e a personificação de um ideal de espiritualidade e não-compromisso.

Por duas vezes adaptado ao cinema, O Fio da Navalha é um romance intemporal. As ansiedades e dúvidas de Larry são também as nossas; continuamos até hoje a buscar um sentido para a nossa existência. Para encarnar essa luta contra o destino, Somerset Maugham criou um dos mais fascinantes personagens do seu vasto legado literário. Da Primeira à Segunda Guerra Mundial, passando pela Grande Depressão, ele leva-nos, através das sociedades francesa, americana e inglesa, à verdade mais recôndita da alma e do sentimento humanos.

publicado por Miguel Seara às 18:00

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O FIO DA NAVALHA – A CRÍTICA

 

 

“Um dos meus escritores favoritos.”

Gabriel García Márquez

 

“Um verdadeiro clássico.”

Expresso

 

Maugham foi o escritor moderno que mais me influenciou.”

George Orwell

 

“É impossível a um escritor da minha geração, se for honesto, ser indiferente à obra de Somerset Maugham.”

Gore Vidal

 

“Uma imensa obra de arte; estimulante, imaginativa e divertida… Um livro fascinante.”

The Times Literary Supplement

 

Somerset Maugham é o escritor perfeito. A sua escrita é tão compacta, tão económica, tão motivada e tão talentosa que prende o leitor da primeira à última página.”

Saturday Review of Literature

 

Somerset Maugham é um grande artista…. Um génio.”

Theodore Dreiser

publicado por Miguel Seara às 17:56

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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

EM AGOSTO...

publicado por Miguel Seara às 12:19

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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

HENRY MILLER FALECEU HÁ 30 ANOS

publicado por Miguel Seara às 10:31

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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

AMOS OZ VENCE PRÉMIO INTERNACIONAL SALÃO DO LIVRO DE TURIM NO MEIO DE FORTE POLÉMICA

 

O escritor israelita Amos Oz venceu a primeira edição do Prémio Internacional Salão do Livro de Turim, apesar de um apelo de um grupo de académicos italianos para um boicote cultural e académico de Israel.

 

O autor foi escolhido numa votação aberta ao público, após os finalistas terem sido nomeados pela organização, tendo o norte-americano Paul Auster e o mexicano Carlos Fuentes ficado em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

 

O galardão visa distinguir um escritor cuja obra tenha contribuído para fazer da literatura um instrumento irrefutável da memória.

 

O prémio tem um valor de 25 mil euros e será entregue em Outubro no Parco Culturale Piemonte Paesaggio Umano, onde terá lugar um clico de encontros e conferências dedicado ao vencedor.

 

Na semana passada, um grupo de académicos de Turim convocou uma conferência de imprensa na qual apelou a todos os académicos, escritores e artistas para boicotarem todas as instituições académicas e culturais de Israel, até que este país “cumprisse os seus compromissos com o direito internacional”.

 

Este apelo deu origem a um intenso debate em Itália, com o escritor Umberto Eco a expressar a sua oposição ao boicote, num artigo publicado na sexta-feira na revista L’espresso.

 

“Foi apresentado em Turim um manifesto da Italian Campaign for the Academic & Cultural Boycott of Israel que afirma que as universidades, os académicos e os intelectuais israelitas, na sua quase totalidade, apoiam o governo e são cúmplices das suas políticas. E que as universidades israelitas são palco de alguns dos mais importantes projectos de armamento, centrados na nanotecnologia e em meios tecnológicos e psicológicos para subjugar e controlar a população civil,” escreveu o escritor. “Não concordo minimamente com a política do governo israelita (…) mas acho falsa a afirmação de que a maioria dos académicos israelitas apoia activamente a política dos seus governos.”

 

“Posso compreender”, continuou Umberto Eco, “que os departamentos de Física da Universidade de Roma ou de Oxford decidam suspender a sua colaboração com os seus colegas dos departamentos homólogos de Teerão ou Pyongyang se se descobrisse que estavam envolvidos no desenvolvimento de uma bomba atómica. Mas não percebo porque devemos interromper as relações com os departamentos de História de Arte Coreana ou de Literatura Persa Clássica.”

 

Amos Oz nasceu em 1939, em Jerusalém, e é o autor israelita mais traduzido em todo o mundo. Por diversas vezes apontado como favorito ao Prémio Nobel de Literatura, foi já distinguido com  inúmeros galardões, entre eles, o Prémio Príncipe de Astúrias de Literatura, o Prémio da Paz da Feira do Livro de Frankfurt, o Prémio Grinzane Cavour de Literatura e a Cruz de Honra da República Federal da Alemanha.

 

Na ASA, estão já publicadas as suas obras A Terceira Condição, Não Chames à Noite Noite, Uma Pantera na Cave, O Meu MichaelO Mesmo Mar e Uma História de Amor e Trevas.

publicado por Miguel Seara às 15:23

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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

"AMOS OZ: THE NATURE OF DREAMS"

publicado por Miguel Seara às 14:02

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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

MILAN KUNDERA VENCE PRÉMIO REINO DE REDONDA E É NOMEADO DUQUE DE AMARCORD

 

O escritor checo Milan Kundera  venceu o 10.º Prémio Reino de Redonda pela “grande qualidade da sua obra de ficção, que reflecte as ambiguidades e contradições dos indivíduos do nosso tempo, tanto em regimes ditatoriais como democráticos”.

 

O galardão, instituído pelo escritor espanhol Javier Marías, através da editora Reino de Redonda, para distinguir o conjunto da obra de um escritor ou de um cineasta estrangeiro, tem o valor de 3000 euros e atribui igualmente um título nobiliárquico fictício. Assim, Milan Kundera será, a partir de hoje, Duque de Amarcord.


O autor de O Livro do Riso e do Esquecimento foi escolhido para este título como saudação a Fellini e declarou sentir-se “agradecido, honrado e divertido” pela atribuição do prémio, cuja continuidade em 2011 dependerá dos membros do júri, segundo referiu Javier Marías na acta da votação.


Entre outros, o júri desta edição integrava os escritores António Lobo Antunes, John Ashbery, Antony Beevor, A. S. Byatt, J. M. Coetzee, John Elliott, Pere Gimferrer, Claudio Magris, Eduardo Mendoza, Orhan Pamuk, Arturo Pérez-Reverte e Mario Vargas Llosa e os realizadores Pedro Almodóvar e Agustín Díaz Yanes.


Em edições anteriores foram galardoados com o Reino de Redonda J. M. Coetzee (Duque da Desonra), John Elliott (Duque de Simancas), Claudio Magris (Duque de Segunda Mão), Éric Rohmer (Duque de Olalla), Alice Munro (Duquesa de Ontário), George Steiner (Duque de Gerona), Umberto Eco (Duque da Ilha da Véspera) e Marc Fumaroli (Duque de Hoyhnhms).

publicado por Miguel Seara às 17:12

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Segunda-feira, 8 de Março de 2010

AMOS OZ TRADUZIDO PARA ÁRABE

 

 

Uma História de Amor e Trevas, de Amos Oz, foi traduzida para árabe por uma editora alemã de língua árabe, tendo chegado agora às livrarias de Beirute.

"O mundo árabe deve ler esta obra, que pode ajudar a criar laços entre povos", afirmou o escritor à rádio do exército israelita.

"O livro relata o nascimento de Israel em circunstâncias que não são heróicas. O país aparece como um campo de refugiados judeus", acrescentou Amos Oz, co-fundador do movimento Peace Now.

Desde a sua publicação em 2003, o romance foi já traduzido para quinze línguas, tendo vendido mais de um milhão de exemplares em todo o mundo.

Para além disso, os direitos cinematográficos foram já comprados por Natalie Portman, através da sua produtora, Handsomecharlie, sendo que a actriz irá realizar o filme.

A tradução foi financiada por Elias Khoury, um conhecido advogado palestiniano cristão de Jerusalém Oriental, cujo filho foi assassinado a tiro por militantes palestinianos, que o confundiram com um colono judeu.

"O livro revela a forma como os judeus conseguiram a independência depois de tudo por que passaram e deve ser um exemplo para o povo palestiniano", afirmou Khoury à mesma rádio.

Uma História de Amor e Trevas é a segunda obra de Amos Oz a ser traduzida para árabe depois de O Meu Michael, publicada no Egipto em 1994, e de Soumchi, publicada na Jordânia em 1997.

publicado por Miguel Seara às 16:42

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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

AMOS OZ RECEBE GRANDE PRÉMIO DE BUDAPESTE

 

 

O escritor israelita Amos Oz vai ser distinguido com o Grande Prémio de Budapeste durante o XVII Festival Internacional do Livro de Budapeste, na Hungria.

 

Este evento decorre de 22 a 25 de Abril e terá como convidado de honra Israel, como reconhecimento de duas décadas de relações diplomáticas cordiais após o colapso do comunismo na Hungria.

 

Amos Oz nasceu em 1939, em Jerusalém, e é o autor israelita mais traduzido em todo o mundo. Por diversas vezes apontado como favorito ao Prémio Nobel de Literatura, foi já distinguido com inúmeros galardões, entre eles, o Prémio Príncipe de Astúrias de Literatura, o Prémio da Paz da Feira do Livro de Frankfurt, o Prémio Grinzane Cavour de Literatura e a Cruz de Honra da República Federal da Alemanha.

 

Na ASA, estão já publicadas as suas obras A Terceira Condição, Não Chames à Noite Noite, Uma Pantera na Cave, O Meu Michael, O Mesmo Mar e Uma História de Amor e Trevas.

publicado por Miguel Seara às 11:25

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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

A CRÍTICA DA TIME OUT A PLEXUS

 

 

Depois do affair Miller, que escandalizou Paris com a publicação de Sexus, Henry Miller prosseguiu a sua Trilogia da Rosa-Crucificação com este Plexus, originalmente editado em 1953.

A relação obsessiva com Mona, que já atravessara o primeiro volume, coloca agora o narrador a braços com a sobrevivência diária, depois de desistir de um emprego estável numa companhia telegráfica para se dedicar à escrita. Ao sexo, às bebedeiras e às deambulações filosóficas sem outro método que não o ir andando junta-se a necessidade de arranjar dinheiro e a persistência de escrever e publicar. Miller negou sempre o carácter autobiográfico desta trilogia, e em benefício de uma leitura baseada apenas no texto e não nos factóides que o envolvem, essa é a postura mais indicada, mesmo que não seja difícil encontrar ecos da vida do autor nesta catadupa torrencial e desordenada de personagens alucinadas, noites de copos com final imprevisível e desejos mais ou menos concretizados (com mais ou menos acrobacias circenses pelo meio). A alternativa de ler Plexus, bem como os outros dois volumes da trilogia, como uma descrição da vida do autor pode ser tentadora do ponto de vista da bisbilhotice mas retira à leitura a sua maior dádiva: a queda, sem rede, dentro de uma narrativa labiríntica, povoada pelas personagens mais improváveis e desarticuladas e ritmada pelos impulsos e pela urgência de os satisfazer.

 

Crítica de Sara Figueiredo Costa, a Plexus, de Henry Miller, publicada na Time Out Lisboa, no dia 3 de Fevereiro.

publicado por Miguel Seara às 12:35

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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

MILAN KUNDERA DISTINGUIDO COMO CIDADÃO HONORÁRIO DE BRNO

 

 

O escritor Milan Kundera foi ontem distinguido, em Paris, pelo presidente da Câmara de Brno, Roman Onderka, como cidadão honorário daquela cidade checa, onde nasceu há oitenta anos.

Kundera tinha já escrito uma carta aos representantes de Brno a afirmar que, apesar de aceitar a distinção, não poderia se deslocar àquela cidade da Morávia por razões de saúde.

A cerimónia teve lugar num restaurante perto da residência do autor em Paris e contou também com a presença da mulher do escritor, Vera Kundera, e do vereador para a relações internacionais de Brno, Mojmir Jerabek.

O evento não contou com a presença de jornalistas por pedido do autor.

publicado por Miguel Seara às 10:18

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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

AMOS OZ RECEBE CHAVE DA CIDADE DE FLORENÇA

 

 

O escritor israelita Amos Oz recebeu na quarta-feira a Chave da Cidade de Florença, das mãos do presidente da Câmara daquela cidade italiana, Matteo Renzi.

A cerimónia teve lugar durante o evento “A Banalidade do Mal”, organizado pela Região da Toscana, e inserido nas celebrações do dia da Memória, em honra das vítimas das atrocidades cometidas pelos nazis, com especial destaque para o extermínio dos judeus.

Durante a cerimónia, a que assistiram cerca de 9 mil estudantes, o presidente da Câmara atribui também, em nome do presidente da República de Itália, Giorgio Napolitano, a Medalha de Honra a antigos deportados nos campos de concentração nazis e a familiares das vítimas.

Pode assistir ao vídeo da cerimónia aqui.

publicado por Miguel Seara às 17:16

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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

AMOS OZ RECEBE GRAU DE DOUTOR HONORIS CAUSA PELA UNIVERSIDADE PARA ESTRANGEIROS DE SIENA

 

 

O escritor israelita Amos Oz foi agraciado na terça-feira com o grau de doutor honoris causa pela Universidade para Estrangeiros de Siena na área da Ciência Linguística para a Comunicação Intercultural, pela sua contribuição para o diálogo intercultural ao longo da sua carreira literária.

publicado por Miguel Seara às 10:12

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

SOMERSET MAUGHAM NASCEU HÁ 144 ANOS

 

 

William Somerset Maugham, um dos mais famosos romancistas e dramaturgos ingleses do século XX, nasceu faz hoje 44 anos, em Paris, tendo vindo a falecer no dia 16 de Dezembro de 1965. Filho de diplomatas britânicos, cedo ficou órfão, tendo sido educado por um tio, vigário de Whitstable. Apesar de ter estudado Medicina na Alemanha e em Londres, nunca chegou a exercer, tendo sido, entre muitas outras actividades, condutor de ambulâncias durante a Primeira Guerra Mundial (à semelhança de escritores como Ernest Hemingway) e espião. As suas viagens um pouco por todo o mundo influenciaram profundamente a sua escrita. Em 1928 comprou uma propriedade na Riviera francesa, onde recebeu as mais importantes figuras do mundo literário, social e político da sua época, e que seria a sua casa até falecer.

Entre as suas obras mais conhecidas, contam-se Servidão Humana e O Fio da Navalha (a publicar na Vintage em 2010), considerada duas das obras mais importantes da literatura do século XX.

publicado por Miguel Seara às 14:13

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Inspirada por um conceito intrinsecamente associado a qualidade e singularidade, a Coleção Vintage tem por objetivo reunir obras literárias excecionais, da autoria de escritores consagrados.






















































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